domingo, dezembro 13, 2015
quarta-feira, fevereiro 06, 2013
Um dia de cada vez...
domingo, fevereiro 03, 2013
Pega café pra mim?*
*Frase que marcou meus dias no RJ, onde ele mora.
quarta-feira, maio 25, 2011
Normal, seria estranho.
sábado, julho 03, 2010
Algum conceito sobre alguma coisa...
O que nos prende é o comodismo, eu não sei dobrar roupas e nem fazer penteados em cabelos e nunca me interessei em aprender, minhas roupas ficam de um jeito que eu gosto e isso não me incomodava, até hoje porque vi o quão desastrosa eu sou com isso, meu cabelo eu uso de um jeito só, mas um dia terei filhas e elas precisarão de uma mãe que saiba criar... mas tbm não me preocupo, talvez eu tenha só meninos. Ou nem tenha filhos, crie apenas cachorros que, definitivamente, não ligam pra esse tipo de coisa. Também não sei fazer bolo e eu queria saber, pensei em entrar num cursinho e tudo, tentei algumas vezes... mas nenhum ficou bacana de se olhar quanto mais de se comer, exceto um de cenoura que fiz... esse sim, ficou lindo e gostoso, mas o excesso de fermento me causou a primeira azia que lembro na minha vida. Ele era bacana por fora, mas não prestava na sua essência. E é basicamente nisso que a gente se prende, beleza e pouco conteúdo. É fácil ficar entediado, querendo coisas novas e esquecermos de viver o presente, de curtir as pessoas que realmente importam, de fazermos o que realmente nos faz feliz, de sermos quem somos, sem a preocupação com o que dizem de trabalharmos naquilo que nos satisfaz. Temos medo de perder ou de arriscar, vivemos como se tudo fosse eterno e não nos dedicamos o bastante ou somos sinceros o suficiente. Correr de julgamentos, é correr da vida. Pensar que não se é capaz de fazer algo, é morrer antes do tempo. Ter pena de si mesmo e viver reclamando é viver doente e afastar as pessoas que querem ajudar. No fundo a vida é simples, quem dá sabor as coisas somos nós. E um dia, tudo acaba. Tudo.
quarta-feira, abril 21, 2010
Fumaça em meus olhos*
A família é um núcleo de convivência, unido por laços afetivos, que costuma compartilhar o mesmo teto. É a definição que conhecemos. Entretanto, esta convivência pode ser feliz ou insuportável, pois seus laços afetivos podem experimentar o encanto do amor e a tristeza do ódio. E a morada sobre o mesmo teto? Dependendo dessas fases contrastantes, ela pode ser um centro de referência, onde se busca e se vivencia o amor, ou... um mero alojamento.
Não odeio minha família pelo contrário, a amo muito. Entretanto a convivência está cada vez mais complicada, entendo até como natural os pais quererem que os filhos progridam, ganhem dinheiro e sejam reconhecidos. Até mesmo pra poderem encher a boca quando comentarem com os amigos. Ultimamente a única coisa que os meus pode dizer quando perguntam “Como está a Palloma¿” é “ desempregada, solteira e não consegue terminar o bendito curso na faculdade”. Infelizmente nossos velhos não sabem o quanto são cruéis quando nos jogam na cara certas coisas. Talvez se eu fosse qualquer uma nem me importasse, mas eu me cobro muito tbm. Estar desempregada não foi proposital, eu fui assediada e era insuportável agüentar aquele homem idiota. Solteira porque... ah que porcaria isso não é doença. E não terminei a faculdade pq desencantei totalmente com aquilo, mas vou terminar por obrigação. Mas não sou um peso, não me vejo assim... afinal desde os 16 anos eu ganho meu dinheiro, só agora tô nesse perrengue. Enfim, devo continuar acreditando que as coisas são transitórias e o meu tempo está chegando.
sábado, março 13, 2010
O velho papo.
Viajar é bom. Como diria um amigo “faz você desacostumar das coisas e enxergar tudo diferente quando volta”.
Estou tentando fazer isso... Mudar o meu modo de ser, de enxergar as coisas, Quero voltar a sonhar. Sonhar, eu nem sabia mais o que era isso. Mas começo a vislumbrar aquilo que havia esquecido. E é tão bom, parece um fôlego a mais. Um fogo que te joga pra frente. Fazendo o passado ficar onde ele deve estar, no passado.
segunda-feira, abril 20, 2009
Pequenos casos da vida comum 3...
-Senhora? Eu sou fulano e não tô aqui pra assaltar (sei!) tô aqui pedindo uma ajuda... meu filho foi assassinado e eu tô aqui humildemente com essa guia de enterro {ele me mostra apenas uma parte do papel, onde realmente tem escrito “GUIA DE ENTERRO'} e eu já consegui arrecadar uma parte e queria saber... qualquer ajuda senhora, qualquer ajuda... tamo eu e meu outro filho que viu o irmão ser assassinado na porta da nossa casa...
Olhei em volta, pra ver se achava a criança... vi uma cabeçona sendo equilibrada por duas varetinhas calçando sandálias Havaianas... o garoto ainda era forte, vinha chutando pedrinhas. Vi e me compadeci.
-Senhor, eu só tenho 1 real... serve?
-Que Deus lhe dê em dobro...
Com o coração cheio de ternura e alegria, virei para prosseguir meu caminho... quando ouvi o desnutrido murmurar: SÓ ISSO?
Imediatamente me deu vontade de gritar "MENINO VÁ SE LASCAR E ME DEVOLVE ISSO AQUI!" mas por respeito ao meu cachorro achei melhor ir embora sem entrar na provocação.
é... eu já sabia que não é somente a boa intenção que vale.
é mais ou menos isso que eles fazem quando vc vira as costas.
ô gente obrigada por me visitarem... sei que estou em falta, sei disso. Mas as coisas irão fluir. Beijos. Anotei o nome de todos que casariam cmg, vc estão no meu cadernino =p E realmente a felicidade não é criativa.
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
oh céus!
Não estou desesperada, entendam isso... Estou inconformada. Se bem que não ando com vontade de ficar com cara de boba à toa, nem ansiosa pra receber uma ligação e na hora não ter assunto. Mas poxa, eu não acharia ruim abrir meu coração. Não como da última vez que ouvi um "só o coração que você quer abrir"? Aí como diz minha mãe "isso acaba com qualquer tesão".
quinta-feira, janeiro 29, 2009
O Sucesso pela Visão de Nizan Guanaes, eu o contraponto.
...apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja aqui vão alguns, que julgo valiosos.
Meu primeiro conselho : Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo o coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência. Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha.Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro.
E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham, porque são incapazes de sonhar.E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma.
A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse:
- ‘Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo.
‘E ela respondeu:-’Eu também não faço, meu filho.
‘Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.
Meu segundo conselho: Pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal, é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassu.
Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: ‘Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito’. É exatamente isso que está escrito na carta de Laodicéia: Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito, ou seja, é preferível o erro à omissão, o fracasso ao tédio, o escândalo ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso.
Colabore com seu biógrafo.Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido, tendo consciência de que cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro.
Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar, sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: ‘eu não disse!’, ‘eu sabia!’. Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.
Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso.
Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio (que é a morada do demônio) e constrói prodígios.
O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito o que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses, que trabalham de sol a sol, construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.
Trabalhe!
Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo (que é mesmo o senhor da razão) vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão.
E isso se chama SUCESSO.
Nizan Guanaes é publicitário. Texto criado para uma turma
de administração da Bahia, da qual ele foi paraninfo. Considerado,
também, pela revista Istoé uma das 100 pessoas mais influentes do Brasil.
terça-feira, janeiro 20, 2009
minhas experiências pós morte...
Em 2006, “me convidei” pro velório da avó que um amigo... Nós estávamos brigados há meses e eu vi que seria uma oportunidade de fazermos as pazes. Fui oportunista, mas deu certo.
O último, eu relatei aqui no blog... O interessante disso tudo, é saber que as coisas acabam... Cada um com sua crença. Pra mim, um dia prestaremos contas de tudo. Base cristã. Talvez a minha forma fria de falar sobre a morte, seja em função de nunca ter perdido ninguém próximo. Meus maiores sofrimentos foram pelos meus animais. Enfim, esse texto não tem nada a ver com liçãozinha de moral... Andei brigando com meus pais e pensei como seria minha vida sem eles, aí fui relembrar de tudo e de como as pessoas que amavam seus mortos agiram. Só isso.
Até hoje o episódio da família feliz que estava tomando cerveja me intriga...
perdão pelos erros não tenho corrigir agora, pq estou no serviço... SIM EU ESTOU TRABALHANDO. Aleluia!!! Transeguro na cabeça mano!
segunda-feira, janeiro 12, 2009
Eu te dedicaria...
Admiração
(Paulinho Moska) Sony Music
Meus olhos, famintos, não se cansam
de te acariciar
Procuram sempre um novo ângulo
pra te admirar
E sonham mergulhar na sua boca de vulcão
Provar todo o calor que há na sua erupção
(...)
Devorar a fruta que te emprestou o cheiro
E talvez desfrutar de um amor puro e verdadeiro
Esquecer o espaço, o tempo e o viver
Perder a noção do que é ter a noção do perder
Se um dia eu fui alegria ao te conhecer
Agora canto porque sinto a dor de não te ter
sábado, janeiro 03, 2009
República dos Bananas II- aumentamos as estatísticas!
Foi o que nos disse o simpático rapaz que há pouco havia parado ao nosso lado. E eu só tomei conta do que estava acontecendo quando vi o punhal enferrujado apontado em minha direção.
-Pode levar, a máquina é sua... disse sorrindo, olhando bem nos olhos, tentando penetrar-lhe a alma
Enquanto a Raquel fazia a "gentileza" de entregar-lhe a câmera, eu levantava as mãos para mostrar que não possuía mais nada. Antamente, eu lembrei que ainda estava com o celular no bolso da calça, e como sempre fui instruída a não reagir e entregar tudo, levei a mão até o bolso e balbuciei algo como "celu", mas uma luz divina junto com o resto de perspicácia que ainda restava em meu ser, alertou-me que o "infeliz" não havia pedido o celular, só a máquina.
Por sorte, poucos minutos antes peguei o celular a chave do carro, que pertence ao pai da Raquel, enfiei dentro da capa da máquina e pus na parte da frente da calça dela, como a roupa é escura o garoto não viu.
Registramos um boletim de ocorrência, fizemos uma busca numa viatura policial... mas tanto a máquina, quanto nossas melhores fotos foram perdidas. Como não tenho nenhuma foto com a Raquel, posto essa que tirei com meu querido amigo Thyago... na época que a passarela ainda não era um bom lugar para assaltos.
Local do assalto!
p.s: Raquel acaba de me informar pelo msn:
Raquel Farias diz:
pra completar, acho q eu vou ser multada ¬¬
Raquel Farias diz:
Palloma Limirio diz:
pq?
Raquel Farias diz:
eu nao lembro
Raquel Farias diz:
vim perturbada acho que passei voando no radar
Palloma Limirio:
Maravilha!
quinta-feira, janeiro 01, 2009
Aula grátis de Escutatória
Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória.
Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir.
Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular.
Escutar é complicado e sutil.
(...)
Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma”. Daí a dificuldade: a gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor.
(...) É preciso tempo para entender o que o outro falou. Se falo logo a seguir são duas as possibilidades. Primeira: “Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava eu pensava nas coisas que eu iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado”. Segunda: “Ouvi o que você falou. Mas isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou”. Em ambos os casos estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada. O longo silêncio quer dizer: “Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou”. E assim vai a reunião.
Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto.
leia na íntegra!
Não é bem a falta de diálogo que mina certos relacionamentos, mas sim a falta de audição. Minha luta para esse ano. Aprender a ouvir, e em alguns casos a ficar calada.
terça-feira, dezembro 30, 2008
Ano novo Lay novo
terça-feira, dezembro 23, 2008
é natal! é natal! lá lá lá lá lá...
Mais importante que qualquer comemoração e todos esses blá blá blás de natal, é saber que o teu futuro depende do que você faz hoje. Então, além da análise, promessas e planejamentos para o novo ano, plante e plante muito amor. Nunca
sabemos o dia de amanhã, e você nunca sabe de quem vai precisar... viva além das aparências... mas fique em paz com sua consciência. E jamais esqueça, que você nada é... se Deus não estiver à tua frente. É Ele quem vai te dar força pra abrir os olhos a cada amanhecer, e vai te encher de motivação quando o dia estiver chuvoso. Enfim, Feliz dia de Hoje.
Sucesso. Sempre. Beijos.terça-feira, dezembro 16, 2008
Na casa do passarinho...
-nãaaao papaaaai, tô me arrumando à toa.
-que isso? você é minha filha e eu te amo... ficaria melhor se dissesse "Sim papai querido".
sorri sem graça.
Ok, nada a ver o título com o texto... mas achei tão fofinho. Então é isso, devolva tudo com amor... a resposta branda alivia o furor, isso é Bíblico e rimou. opa!
Até o post de natal...
domingo, dezembro 07, 2008
enfim, Adeus!
sexta-feira, dezembro 05, 2008
Filosofia de latrina
segunda-feira, dezembro 01, 2008
apenas um detalhe...

-todo dia ele inventa uma história, pô! meu dinheiro mal dá pra mim e agora tem esse cara... porque é cego... ah, vai aprender a usar "Bráulio", ler "bráulio", sei lá...
-Bráulio?
-é bráulio, né?
é Braille, com dois L's. Eu me divirto muito fazendo cara de sonsa e ouvindo a conversa alheia.






